Category Archives: Música

Cabeças raspadas > Filósofos desentendidos

rei-rô létis gou rei-rô létis gou!

Lembra quando eu tinha dito sobre a terrível e malevolente morte do “cara” chamado Punk Rock? Então, encontrei os culpados:

Skinheads > Punks

Exato, hahahahaha, Punk Rock foi morto e trucidado pelos Skinheads… Tá, claro que não, né? O Punk morreu, mas morreu por não ter havido herdeiros! Mas, pode apostar, ainda haverá muita gente ouvindo com o espírito punk, isso será algo que nunca irá morrer:

Ramones level: Asian

Belo momento para vomitarmos arco-íris com lindas e brilhantes borboletas!

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Sociedade alienada dukrlh

Mosrites? Batidas frenéticas e destruidoras em uma bateria extremamente velha e detonada? Faça você mesmo? Porra, isso já acabou! Exatamente, o bom e velho punk rock já foi para o saco! Não existe mais… Simples assim!

Eu ainda tinha uma pequena esperança em questão do punk rock, eu tentava botar na minha cabeça que ainda teria uma yocta chance do punk ressurgir das cinzas com potentes acordes e gritos revolucionários que pudessem destruir a maldita sociedade alienada! MAS NÃO, O PUNK ROCK E TUDO AQUILO ENVOLVIDO MORREU! Apesar de ter deixado grandes feitos marcantes, tanto na música, quanto na sociedade!

Um dos feitos marcantes ao punk rock, claro, é justamente a cena punk… Se não tivesse havido o movimento DO IT YOURSELF (Faça você mesmo), talvez muitas bandas, pensamentos, ideias e coisas do tipo estariam simplesmente perdidas com a perseverança e força de vontade de criar (ou mudar) algo, feito com as suas próprias mãos! Outra coisa também que talvez estaria enterrada nas profundidades da cidade de Atlantis seria a ideia contraposta de viver à base do anarquismo… Com a cena punk, a ideia do anarquismo ressurgiu com mais força, porém se perdeu novamente! Coisas como essas foram passageiras e bastante significativas, mas se foram como vieram… Vieram em uma estupenda e gigantesca avalanche de conteúdo “aprimorador-mental” (ok…) e se foram com a morte dos Deuses, porém ainda há restos de conteúdo vagando pelos esgotos, becos e lugares “obscuros” das cidades, onde a sociedade gosta de passar longe e irem correndo para casa feliz continuando sendo molestadas e estupradas por políticos sanguinários!

Resumidamente, o punk rock, tanto quanto a cena punk foram coisas significativas para a sociedade, tentem manter o pouco de conteúdo majestoso que ainda continua vivo pela cidade! Não desperdice suas palavras dizendo que um molequinho de cabelo arrepiado é punk ou então que usar drogas, ficar bêbado e ser rebelde são atos punks… Ser punk é algo muito maior que isso, só pelo fato de você saber que algo está errado é algo punk (Tá… Você entendeu!), você viver de maneira intensa, viver da maneira que bem entender se contrapondo a padronização mental da massa gigantesca chamada humanidade (sim, a humanidade é feita de massa!) e procurar fazer sempre o melhor para a sociedade que nos ignora todo incansável dia… É algo punk! Mas, a sociedade alienada e desligada que habita as áreas terrestres do Planeta Azul do Sistema Solar da Galáxia da Via Láctea parece que não ouve, não entende as coisas e parece que qualquer coisa está simplesmente ótimo, perfeito, colorido a ponto de vomitar arco-íris!

Essa é a minha simplória mensagem… SOCIEDADE ACORDE!

The Ramones – Dilaceração dos padrões mundanos

Mil novecentos e setenta e quatro, ano o qual uma estupenda revolução musical iniciou-se com simplórios acordes de uma desvalorizada Mosrite nos subúrbios do Queens. Exatamente, um novo estilo surge que de uma forma simples, porém única, conseguiu abalar os palcos de todo o Mundo com um quarteto extremamente feroz e ricamente perfeccionista na composição de grandes canções com uma imaginação tão amedrontadora que funciona como um meio de inspiração para outros milhares de grupos musicais.

Isso sacudiu tanto os estádios que até hoje ninguém acredita que um transtornado obssessivo-compulsivo movido à base de drogas, solitário em seus pensamentos e que até perdeu sua namorada para um parceiro de banda, pudesse fazer tanto para o cenário musical! Joey… Joey Ramone, o cara que inspira mentes perdidas dispersas na estratosfera da Terra, mostrando que o tamanho do poço não importa, basta encaixar em nossas cabeças que temos tamanha força para aguentar a escalada até o topo do mesmo, não importa a profundidade, saímos dele.

A voz estrondosa de Joey Ramone combinada com a guitarra lanhada de Johnny Ramone (a nossa queridinha Mosrite) fazia estragos na gravidade terrestre, não importa quem ou o que, não conseguia deixar os pés no chão. Tudo era impulsionado ao alto com muitas frequencias junto com um grito de guerra surpreendente que até hoje está vivo em nossa volta através de músicas, filmes, roupas, pensamentos filosóficos e suspiros gigantescos de prazer pelo som a qual estamos ouvindo, one-two-three-four, o grito de guerra, aquele a qual sempre era agitado e dilacerado por… Dee Dee Ramone, alemão poderoso cheio de garra e perdido no mundo das alucinações que funcionava simplesmente à base de produtos químicos que explicitamente trazia grandes riscos a cabeça de todo aquele que se arriscava experimentar qualquer bagulho como a droga do amor, a farinha ou então a nossa querida e conhecida cannabis. Dee Dee, o cara, que basicamente movia a banda com suas potentes palavras que mudam totalmente o verdadeiro significado da vida e o motivo a qual estamos aqui, faz com que o nosso curto tempo mundano tenha mais graça e objetivos a serem cumpridos e traçados.

Enquanto aquelas batidas fervorosas ao fundo do palco? Tommy Ramone! O cara o qual inventou a nossa belíssima combinação de power chords para a criação de Blitzkrieg Bop, ataque relâmpago. O cara o qual administrava a banda. O cara o qual era baterista e compunha músicas com a sua velha guitarra. O cara o qual tinha aquele Ray Ban preto super cool. O cara o qual deixou sua marca na banda por mais que tenha saído anos depois. O cara o qual ainda sofre nesse mundo rodeado por babacas e cabeças lacradas… Pois é, Tommy Ramone, único presente aqui na Terra.

Nunca esqueceremos os Ramones.

Joey, Johnny e Dee Dee, R.I.P.

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